terça-feira, 14 de junho de 2011

Lenta e gradual!

Se dependesse dos usineiros desta terra, e seus fornecedores, a escravidão teria sido abolida de forma lenta e gradual!
Pensando bem, a maioria deles, até hoje, resiste a alforriar seus trabalhadores, a julgar pelos números do Ministério do Trabalho e outros órgãos fiscalizadores.

Em relação às queimadas, quem sabe em 2247, tenhamos conseguido convencer esses "respeitáveis empreendedores" a cumprir a lei.

Eu fico ruminando.

No Brasil há uma lei que determina o perdimento(sem indenização) das terras para fins de reforma agrária caso sejam essas propriedades utilizadas para plantação de drogas, em nosso caso, cannabis sativa(popular maconha).

Na outra ponta, nossa midia nativa vive a denunciar os supostos desvios de verbas públicas destinadas aos assentamentos pelos assentados filiados ao MST e congêneres.

Eu concordo que terras vinculadas ao tráfico devem confiscadas, assim como sou a favor de apuração rigorosa em relação ao desvio de dinheiro público, pelo MST, ou por qualquer outra entidade.

Mas e as terras onde há escravidão e tráfico de gente?

E as terras onde há permanente degradação ambiental, com risco a saúde de todos, envolvidos ou não nas atividades ali exercidas?


Quando é que nossos usineiros vão chegar, enfim, ao século XIX?

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