sábado, 4 de junho de 2011

Detalhes, detalhes e mais detalhes.


1.  Notem vocês, caros leitores, o nº do bilhete é 619045(seiscentos e dezenove mil e quarenta e cinco).

2. No pé do bilhete, o nome da gráfica responsável, com a identificação relacionada ao bilhete (que funcionaria como documento fiscal, ou a nota de prestação do serviço, logo, um documento público).

3. Veja que depois do telefone da gráfica está a informação de  que foram impressos 10.000 talões.

4. A série do talão de onde foi destacada o bilhete aí de cima é E-19

5. Os bilhetes foram numerados de 000.001 (um) até 1.000.000 (um milhão). Até aí, nada demais.

6. Mas atente para as datas da autorização para impressão, 008(nº da autorização)/2005(ano fiscal) , em 29/03/ilegível (parece 2006 ou 2008), chamada nos meios fiscais de AIDF (autorização para impressão de documento fiscal), que as gráficas mantém em livro sequenciado como controle, de acordo com o exercício fiscal, que zera de ano a ano.

Ora, aqui a possibilidade de fraude fiscal, além do problema das tarifas.

Não poderia a empresa emitir cupom fiscal de prestação do serviço cujo exercício fiscal é de 6(seis anos atrás), a não ser que entendamos que a empresas não emitiu nenhum bilhete dessa natureza para a prestação do serviço nessa enorme intervalo de tempo.

Como não há qualquer fiscalização, as empresas fazem o que querem.

Mais e mais detalhes (atualização):


Notem os leitores que embora as autorizações, e supostamente, a impressão dos bilhetes seja de anos e anos atrás, o valor já era 1 real, perfeitamente "adaptado" ao valor instituído pelo "programa". 


Premonição?


De forma correta o bilhete deveria informar ao usuário o valor correspondente ao trecho percorrido, como forma de que ele soubesse o quanto de diferença o Erário pagaria por sua viagem.


Importante dizer que a impressão com bilhete escrito 1 real já serve para burlar a fiscalização tributária e auferição das diferenças pagas pelo município.

Um comentário:

Anônimo disse...

A imprensa ainda nada publicou!