sábado, 11 de junho de 2011

A cor do dinheiro!

Os bancos demonstram mais uma vez sua primazia sobre qualquer postulado de Direito, qualquer princípio ou bom senso.

Agora, a briga é para saber quem vai pagar a conta pela inutilização das notas pelo colorimento, no momento em que os caixas eletrônicos de auto-atendimento são violados por bandidos.

O Banco Central, lacaio como sempre da banca, proferiu norma que jogava o prejuízo para o cliente.

É claro que o sistema financeiro, aí compreendidas as instituições públicas ou privadas, não podem "lavar" o dinheiro percebido nessas ações, assim, quem recebeu tais notas de terceiros deve arcar com os prejuízos.

Mas e as notas que têm (re)aparecido nos caixas eletrônicos?

É certo que o Banco Central já voltou atrás e decidiu que esse dinheiro, ali retirado, deve ser ressarcido.

Mas a pregunta não cala:

Por que os bancos realimentam tais caixas com dinheiro que deveriam reter? Ora, ou esse dinheiro é depositado por algum correntista, facilmente identificável, ou os bancos, eles mesmos, estão tentando "lavar" esse prejuízo.

E nesse caso, não caberia uma apuração rigorosa da conduta dessas instituições?

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