domingo, 5 de junho de 2011

Cadê o PT?

Nessa crise toda em relação ao programa fraude cidadão, onde anda o presidente do partido e sua esposa, a vereadora?

De plantão em frente ao PROCON?

10 comentários:

Anônimo disse...

Morto, sem base!
O presidente do PT anda por ai, intocável, achando que o povo irá até ele.
É brincadeira!

Anônimo disse...

Questionar um programa de governo popular, por mais que possa existir indícios de irregularidade, pode trazer desgaste político.
Além disso, Garotinho vai publicar em seus jornais, e explorar em suas rádios, que determinado político é contra a passagem a R$ 1,00.

Anônimo disse...

É por tratar o Procon como uma secretaria sem importância, que ele caminha a passos largos para o seu fim.
Odisséia tem razão em defender os direitos dos consumidores e lutar por um Procon melhor!

Anônimo disse...

A pergunta é: Cadê o Ministério Público?

Anônimo disse...

Cadê o PT? Eu que não sou filiado, e que espero uma alternativa pra poder votar que pergunto.
Acompanho seu blog e sei que você é filiado ao partido, portanto, eu também posso te perguntar. Cadê o PT?
Abs
Claúdio

Anônimo disse...

Fogo amigo não!

douglas da mata disse...

Vamos ao debate:

Não há fogo amigo, pois não dá para tratar de "amigo" quem soterra o PT em incompetência.

O PROCON é uma invenção, nos moldes das agências reguladoras, para criar a falsa ilusão que uma instância administrativa poderia regular os abusos contratuais praticados por fornecedores.

O que faz a empresa prestar bom serviço é a probição de funcionar, como aconteceu com a Telefônica e seu serviço de internet Speed, em SP.

Assim como os juizados cíveis, outra panacéia(eram considerados os avanços milagrosos da Justiça), como se tabelar pretensão sob o argumento de justiça rápida resolvesse fato de que grandes empresas adotam as falhas como passivo judicial, que são mais baratos que corrigir os erros.

As lides aumentaram, e aquilo que era justificativa se perdeu: hoje uma ação leva de 06 meses a 02 anos.

Melhor para as empresas, que sabem desde o início que só pagarão até 40 salários mínimos.

Os PROCONs são meros cabides de empregos, que funcionam como "babás" de empresários inescrupulosos, que na verdade, deveriam ter suas licenças (alvarás) cassados, diante da reiteração das condutas, como acontece em países onde as instituições públicas estão acima dos interesses privados

Se a vereadora acha que a cidade precisa de parlamentares com o perfil de fiscal do PROCON, paciência.

Bom, ela poderia aproveitar esse ímpeto e defender os consumidores dos serviços de ônibus.

O ministério público não é instância político, logo, pretender que esse importante órgão substitua os partidos é um perigo para a Democracia.

E enfim, fazer política e lutar pelo interesse público não é gincana de popularidade.

Até porque, com a postura inócua e covarde também não tem dado nenhum resultado. Eu não creio que uma vereadora do PT pode fazer esse tipo de "cálculo político". Seria mesquinho demais.

Aí é melhor entregar tudo para o pessoal da lapa.

Abraços a todos e grato pela participação

Anônimo disse...

Bela resposta Douglas! Não é hora de seu grupo político (dentro do PT) lançar um candidato a vereador nas próximas eleições? O momento de se discutir isso é agora. Você é grande demais para ficar só neste blog.
Pode contar com meu voto.

douglas da mata disse...

Caro comentarista,

Eu não pertenço a nenhum grupo do PT local.

Os laços que me mantêm ligado ao partido são o governo federal e a expectativa de que o governo Dilma continue o legado de lula, e avance ainda mais.

Eu agradeço os elogios e a confiança.

Mas eu não estou certo de que há espaço para um debate político nessas bases dentro da esfera partidária municipal, e regional.

Um abraço.

Anônimo disse...

Enquanto o PT regional continuar na mão do seu presidente, ele não vai a lugar nenhum.Quanto ao tocante a Vereadora, considero-a competente mas uma andorinha só não faz verão, acho que ela sim deve tentar se reeleger, pq n vejo ngm com nome e força como ela p representar o partido.Só espero que o presidente não se ache capaz de ser candidato.