sábado, 4 de junho de 2011

A bolinha de papel e o "fogo amigo"!

Desmascarado e ridicularizado em rede nacional, por blogs e outros veículos da mídia alternativa e independente, o candidato derrotado serra desmanchou seu parco capital político e ruma a passos largos para o ostracismo.

Lógico que não há comparações entre serra e o deputado-prefeito. São histórias de vida distintas e trajetórias incomuns, mas com alguns traços de semelhança, como os gosto pelo controle da mídia, a truculência impiedosa com adversários e até "aliados", desprezo pelo servidor público, agenda religiosa (inflexão serrista recente, é verdade), relações "heterodoxas" com o empresariado, e principalmente, a criação de factóides dramáticos para distrair a atenção do público sobre o que interessa.

Mas o deputado-prefeito é um pouco mais trágico e imaginativo que o paulista.

Como dissemos, greves de fome, e outras ocorrências policiais estão no seu cardápio.

Nenhuma delas comprovadas, todas armações canhestras destinadas a impedir que apurações acerca de sua conduta vão em frente.

No caso serrista, era o desespero pela derrota óbvia que se anunciava.

Aqui, pode ser o desespero nada óbvio da constatação do começo do fim.

Qualquer mentecapto diria que um deputado-prefeito, que já esteve no cargo de governador e secretário de segurança não teria seu carro alvejado por tiros sem a devida reação de seus seguranças.

Ainda que a manobra de fuga fosse necessária, todo e qualquer mentecapto saberia dizer que o primeiro passo é procurar uma instalação policial mais próxima, lá manter o alvo no abrigo, até a chegada do reforço/socorro, para depois o início da perseguição/cerco, com o imediato registro dos fatos na delegacia mais próxima, por um assessor mais próximo, se o alvo não fosse capaz de fazê-lo, bem como a oitiva das testemunhas que tivesse presenciado o fato.

Se houvesse, de fato, qualquer ameaça a vida do suposto alvo, deveria o veículo ficar retido em sede policial ou no posto de polícia técnica, onde seria periciado, com o recolhimento dos supostos projetis para posterior confronto de balística, caso algum suspeito e, ou arma fosse encontrado no futuro.

Não há qualquer chance de que o suposto atentado alegado pelo deputado-prefeito seja provado, e estranhamente, por atitudes da própria vítima.

Então: 
"O QUE É DITO SEM PROVAS, PODE SER DESMENTIDO SEM PROVAS"

3 comentários:

Reflexões disse...

A trajetória de uma das balas em veículo supostamente em movimento é descendente... quem explica isto?

douglas da mata disse...

Gianna, caríssima,

Veja que, a despeito de nosso interesse em desmascarar o deputado-prefeito, está a necessidade dos órgãos de segurança em dar um resposta a uma notitia criminis tão grave.

Independente do resultado, que pelo "histórico" da suposta vítima, já fornece uma linha de investigação.

Não podemos assistir calados a banalização de um expediente sórdido como esse.

Um abraço.

Anônimo disse...

A verdade é que Garotinho não tem mais credibilidade nenhuma. Bem, pelo menos para uma parte da população...

Por incrível que pareça, tem gente que ainda acredita nele, e não é só seus seguidores DAS não...