quinta-feira, 26 de maio de 2011

O viés de classe de sempre!

Desde cedo, um comentarista anônimo tenta emplacar um texto sobre um incidente ocorrido ontem, durante uma manifestação de alunos do IFF, UFF e UENF.

Não comento ocorrências policiais, pelos motivos óbvios. E muito menos ninguém impõe pauta aqui pelo "cansaço".

Mas um fato não pode passar despercebido. Um jornal de coleira da região fez uma reportagem sobre o tema, e de forma surpreendente, ouviu versões antagônicas, a delegada, e tudo mais.

O problema de sempre, o cacoete, no entanto, não conseguiu ser superado: A reportagem nomeou todos, ou quase todos: O líder dos estudantes, a Autoridade Policial plantonista, mas e o empresário, dono de academia e produtor de eventos?

Se até em um episódio chinfrim como esse, que nas delegacias chamamos de "feijoada", a mídia local procura preservar aqueles que enxerga alguma identidade de classe e, ou ideológica, o que esperar em temas considerados mais "sérios"?

Diante da razoável qualidade da matéria, mas com o vício de comportamento, só podemos chamar isso de quase-jornalismo.

5 comentários:

Anônimo disse...

Omitiu tb o nome do juiz acusado de agredir uma GCM.Nem para embrulhar peixe serve!

Anônimo disse...

Bem, você também não coloca o nome do jornal no post...

Anônimo disse...

Não só comenta como publica o B.O, lembra da história daquele filho de dono de jornal detido com drogas?o senhor publicou.

douglas da mata disse...

Bom, vamos aos fatos:

O jornal, em sua edição impressa, publicou a foto e nome do juiz.

A opção por colocar o nome ou não do jornal se deve a uma escolha de estilo, que você pode aprovar ou não. Não gosto de citar o que tenho hojeriza e desprezo, embora possa citar condutas e inferir o raciocínio lógico, carcaterística importante e freqüente nos nossos poucos leitores.

Mas como a cidade só conta com dois jornais, não é muito difícil descobrir qual é o jornal em questão.

A respeito do citado registro (RO), ressalto que não houve "comentário", mas sim a publicação do número do citado registro, a fim de permitir que cada um, de acordo com sua vontade e interesse, pudesse pesquisar os dados, que aliás, são públicos, desde que não haja decretação de sigilo pela autoridade judicial/policial ou vedação legal.
Até porque, uma vez registrados os fatos e as versões dos envolvidos, não cabe muita coisa a comentar.

Talvez, à época, tenha feito alguma menção a hipocrisia de pessoas que exigem um comportamento nos outros que não praticam em suas vidas.

Mas até sobre isso, o blog reviu suas posições e decidiu, desde então, e após lona pausa, não mais"acender vela para defunto barato".

Em respeito ao envolvido, cabe corrigir sua informação e dizer que no registro não há menção a posse de entorpecentes, mas o fato se relaciona a suspeita de embriaguez ao volante.

Outro ponto relevante é que o blog tem liberdade (e faz uso dela) de reorientar sua conduta em relação a qualquer assunto.


Note que o verbo "comenta" está no tempo presente, mas não quer dizer que não tenha comentado antes, o que não foi o caso, como já dissemos.

Ainda assim, embora aceite e publique comentário anônimos, não deixa de ser estranho você cobrar uma postura, se nem sequer assine suas indagações.

Um abraço, e grato pela participação e por usar esse blog como fonte de informação.

Anônimo disse...

Caro Douglas sou o comentarista das 08:47 obrigado pela gentileza,não foi exatamente uma cobrança,mas sim uma lembrança,tenho muito respeito pelo senhor embora só o conheça pelas ótimas participações na tv.Grande abraço.