sexta-feira, 20 de maio de 2011

O contraditório.

Como acolhemos aqui as opiniões acerca da gestão do Hospital dos Plantadores de Cana, nada mais justo que publicar a opinião contrária dos funcionários que reivindicam fazer parte de associação, e que apóiam a administração atual:

"(...)
Como funcionários do HPC, reconhecemos a benfeitoria ao longo dos anos e decidimos expor algumas delas à sociedade da forma mais pacífica e clara possível.




Segue abaixo, a carta da Associação dos Funcionários do Hospital dos Plantadores de Cana (Asfhopc) à sociedade.


Do défict ao superávit sem se render às dificuldades




Diferente dos últimos anos, em que os relatórios mostravam as mazelas e as dificuldades pelas quais passou a Superintendência do Hospital dos Plantadores de Cana (HPC), hoje são melhores as notícias, apesar de ainda não serem totalmente as ideais, pois muito há para ser conquistado. A Associação dos Funcionários do Hospital dos Plantadores de Cana (Asfhopc) reconhece que atualmente a situação do Hospital é bem melhor em relação aos anos anteriores e por isso torna pública as atuações mais relevantes da presidência, reeleita pela classe por unanimidade para o triênio 2011/2014.


Nos três últimos anos, foi grande o esforço no sentido de tornar o Hospital viável, através de medidas enérgicas e inadiáveis. Vale destacar que durante o triênio 2008/2011, o HPC obteve um considerável aumento no seu resultado, devido à política adotada de cortes de gastos e regularidade fiscal. Com isso, no ano de 2008 a Instituição apurou um déficit de R$ 115.267,77. Déficit este que já em 2011 foi revertido e o resultado obtido foi um superávit de R$ 368.614,77.


Dentre as medidas de regularidade fiscal tomadas, a Asfhopc enfatiza a inclusão de todos os débitos previdenciários no sistema de recuperação fiscal, REFIS – Lei 11.941/09. Juntamente a isto foi parcelada a dívida junto ao FGTS. Sendo assim, o Hospital conseguiu a sua regularidade fiscal junto à Receita Federal do Brasil e Caixa Econômica Federal. Tornando exeqüível, depois de anos, a retirada das certidões negativas de débitos.


Outro ponto a mencionar, é a reavaliação dos ativos do Hospital, na ordem de R$ 15.452.339,43, reduzindo para 0,51 em 2010 o grau de endividamento que em 2008 era de 1,48. Isto significa que em 2008 o Hospital comprometia a totalidade do seu ativo para realizar a quitação de suas dívidas, e mesmo assim precisaria tomar empréstimos em outras fontes.


Com a reavaliação do ativo, o Hospital aumentou o seu poder de negociação perante aos seus credores. Algumas atividades resultantes deste esforço estão registradas na relação abaixo: Início das tarefas em busca da Filantropia; Implantação do Cartório de Registro Civil; Implantação do Serviço de Ergometria; Convênio junto à Prefeitura para atendimento da Ginecologia de Urgência; Atendimento às exigências da ANVISA. Implantação do PGRSS (Plano de Gerenciamento de Resíduos de Saúde) com construção do abrigo de lixo, dentro das normas da Vigilância Sanitária; Reforma da Unidade Intermediária Neonatal; Implantação do Núcleo de Controle e Avaliação da Secretaria Municipal de Saúde; Implantação do Serviço de Ouvidoria; Estruturação de monitoramento com câmeras para maior segurança dos internos e externos; Negociação das dívidas do INSS e FGTS com parcelamento e liberação dos CNDs; Reforma do Setor de Radiologia em andamento; Reforma e reestruturação de: Setor de Ultrassonografia e Eco Cardiografia; Laboratório de Análises Clínicas e Setor de Fisioterapia, dentre outros.


Os funcionários que compõem a Asfhopc conhecem bem, e de perto, a movimentação de pacientes da unidade, pois vivem a realidade dia a dia. Em 2010 foram 9,844 internações, sendo 7.322 do SUS e 1.261 dos convênios e particulares. No mesmo ano foram realizadas 62.069 consultas e 1.690 cirurgias, ambas pelo SUS. Já exames realizados foram 180.738."


"Através desta carta, criada em forma de manifesto, a Asfoc torna público os feitos do Hospital dos Plantadores de Cana e prova que de desastrosa a atual e reeleita (por unanimidade) gestão nada tem. Muito pelo contrário!"

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