quinta-feira, 14 de abril de 2011

Miçangas e espelhinhos.

Durante muito tempo, o colonizadores portugueses e espanhóis (que alguns historiadores preferm chamar de invasores) arrecadavam enormes riquezas, e entregavam na troca, bujigangas, espelhos, adornos e outras quinquilharias sem valor, mas que encantavam os bugres da terra.

Mais ou menos como faz o "mega-empreendimento colonizador" de agora, em SJB.

Também era comum levar os nativos em viagens a metrópole, e exibí-los pelo exotismo, e confrontá-los com tamanha diferença cultural, como forma de convencê-los de sua inferioridade. Não era incomum que muitos retornassem "convertidos" ao catolicismo e com hábitos dos dominadores.

Mais ou menos como um "grupo empresarial colonizador" vem fazendo em SJB, nas visitas que promove ao seu canteiro de obras.

Primeiro, as bugigangas, como viaturas para a polícia local, alguns trocados para festejos de Momo, e algum caraminguá para jornalistas de coleira.

Depois, a "integração" pela "ambientação com a o futuro civilizador".

Os métodos são sempre os mesmos, embora o tempo seja distinto.

Bom, pelo menos agora temos a História a nos ensinar, mas tem gente que insiste em não aprender.

Por que será?

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