quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

A Frente com os fundos à mostra!

Se não fosse trágico para nossa cidade, até dava para rir. Os "esforços" da chamada Frente de Oposição para criar fatos políticos que preencham uma agenda são ridículos.

Primeiro é bom que se diga: Se há, de fato e de direito, questionamentos legais a serem feitos nas obras tocadas pela pmcg, deveriam começar pelo começo, ou seja: Nas esferas jurídicas competentes, para cessar, de verdade, a lesão ao Erário. Está aí o instituto da Ação Popular.

A discussão política da conveniência discricionária das obras não cabe mais. Deveriam tê-lo feito no debate do Orçamento, mas não fizeram, e por quê?

Como enfrentar os interesses de possíveis futuros "colaboradores de campanha"?

Embora todos eles tenham rompido com garotinho, não romperam com o garotismo.

Durante todo o período de interinidade do clone de prefeito, e atual presidente da Câmara, os vereadores se portaram de forma dócil, e engoliram com prazer a tese da "governabilidade", como se eles fossem os responsáveis pelo afastamento da prefeita, e permitiram que um precioso tempo para enfraquecer as bases do garotismo fosse celebrada uma "paz" que só fortaleceu as bases do que dizem querer combater.

Elegeram um presidente-fantoche, que nada fez, além de flanar, aqui e ali, reforçando seu capital político pessoal, sem inovar ou propor nada novo, embora posasse nos meios como galã de propaganda de creme dental.
Quando teve chance de dizer a que veio, aceitou a diplomação ilegal do 18º vereador.

Depois, com o retorno da prefeita, imaginaram, ou deliraram, que o presidente da Casa que entubou todas as propostas da administração, sem qualquer margem ao debate ou a "insubordinação", estivesse convertido a causa deles.

Mas não se trata apenas de ingenuidade. Cada qual fez as contas, e pode sonhar com uma divisão do bolo que lhe garantisse algum para enfrentar eleições cada vez mais caras.

Em suma: Referendam o modelo que dizem querer derrubar, e nos respondem com fatalismo, ou cinismo pragmático. Dizem que não há outra forma de "fazer política".

É, vai ver eles têm razão, e o resto é rabujice nossa.

4 comentários:

Anônimo disse...

É ASSIM MESMO!QUANTA LUCIDEZ!DISSE O QUE EU DIRIA SE SOUBESSE MELHOR ME EXPRESSAR.FRENTE QUE SE DIZ DEMOCRÁTICA MAS QUE NÃO TEM POVO NA DISCUSSÃO,SÓ "OS REPRESENTANTES"OS SABIDOS.DESORGANIZAÇÃO TOTAL.É UM TAL DE FAZER OFÍCIO,COMO SE SÓ PELO FATO DE SAIR DO GABINETE DA VEREADORA FOSSE VIRAR LEI.aH,COITADA!TEM FORÇA NÃO BELA!TEM QUE TER CORAGEM P PEITAR MESMO,DE FRENTE,DAR A CARA PRA BATER.mANDA OFICIO MAIS NÃO.AJA!

Anônimo disse...

Uma frente com Marecos Bacellar, Arnaldo Vianna, Sergio Mendes, Odisseia e outros que participaram no governo Mocaiber, só pode ser piada, e o único que ri é Garotinho. Tristefim dessa planície.

douglas da mata disse...

Caro comentarista.

Não se trata de nomes, afinal, de perto ninguém é muito norma.

O problema é o rompimento com o modelo garotista.

Se esses nomes tivessem rompido com esse modelo, revissem seus erros e apresentassem uma ruptura, não haveria problemas.

mocaiber ou rosinha não tem muita diferença se observarmos que as mesmas coisas que foram alvo de críticas, permanecem e se tornaram até piores.

Ou devemos esquecer as terceirizações, o CEPOP, o caos na saúde?

Repito: o problema não são os nomes, são os métodos.

Grato pela participação.

Anônimo disse...

Os métodos são os mesmos pq as pessoas são as mesmas. Os que sucederam Garotinho são tão medíocres que não se deram ao trabalho de tentar algo diferente. A frente de oposição está cheio de crias de Garotinho e seus sucessores, como pode dar certo? Garotinho consegue entender o que o povo campista quer, não todos, mas uma massa expressiva que o coloca no poder e se sacia com as migalhas que ele joga.Piora com essa opsição que não tem historia e quando tem não é das mas limpas. Agora é aguentar Rosinha, depois Clarissa, depos Vladimir e etc.Pra aguentar essa cidade só um razoável vinho e curtir um som. Desanima até opinar, vai postando mais sons alternativos pois só assim pra ir tocando.