sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

A fragilidade institucional dos partidos na Planície.

É bom que se diga que esse não é uma característica exclusiva da região. Mas aqui, devido a nossos problemas peculiares, ela assume contornos dramáticos.

Dos partidos que se dizem na oposição a atual administração todos sofrem com a indefinição política de seus integrantes e parlamentares, o que deixa à mostra a fragilidade e instabilidade institucional dos partidos locais, bem como nos revelam a pobreza dos debates políticos.

Logo, temos o esvaziamento da ação política, que se resume a brigas pessoais e projetos privados de poder, que são correspondidos com um olhar cínico e cético dos eleitores: "Farinha pouca, meu pirão primeiro". Daí, a relação espúria que se instalou nas eleições, ou o famoso: toma lá, dá cá.

Vejamos:

O PMDB que se diz oposição é o partido da atual prefeita, e do vereador Magal, mas que rezam na cartilha do chefe, hoje hospedado no PR, que nas eleições presidenciais fez campanha para Dilma, enquanto do seguidores do casal, por aqui, despejaram votos em marina e serra.

O PSB, partido do ex-prefeito alexandre mocaiber, tem um pé fora outro dentro. Altamir Bárbara, vereador do PSB, mantém seus tentáculos na administração, e está sob seu comando o milionário PREVCAMPOS, com seu preposto Ricardo.

No PT do B, Jorginho tirou o pé do chão, e pulou a cerca. Cerra fileiras com os novos donos do partido e já abocanhou seu quinhão.

Desses, restaram PDT e PT.

Embora não sofram com essa "esquizofrenia", carecem de estofo político para representar algo nessa cidade, uma vez que estão impregnados pelas práticas que dizem combater.

Uma lástima.

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