domingo, 12 de setembro de 2010

Remédio e veneno!

O comportamento da grande mídia brasileira, o PIG, é um dos efeitos "colaterais" da liberdade de expressão!

Como efeito colateral, deve ser enfrentado, mas sem que cedamos a tentação d adotarmos o que eles, na verdade, querem: Controle da liberdade de expressão.

Por mais paradoxal que pareça, as empresas de mídia nacionais sobreviveram melhor na ditadura do que no ambiente democrático.

Ora, se dizem que defendem a liberdade, como explicar que estejam tão mal, econômica e "politicamente" falando, em um ambiente, reconhecidamente mais democrático? Mistério!

Esse é o motivo pelo qual dizem, hipocritamente, que são atacadas em seu direito de se expressar, quando na verdade, queriam ser as únicas a poder fazê-lo, ainda que para isso, tivessem que se submeter ao arbítrio de governantes, como aliás, fizeram com gosto e lucro em passado recente. E como fazem em todos os cantos desse país, vide nossos "valorosos meios de comunicação" dessa planície lamacenta, sempre prontos a submeter seu verbo às gordas verbas públicas.

O que ameaça o PIG não é a falta de liberdade, é o excesso dela, promovido pela grande rede e pelos "ciberterroristas e guerrilheiros da contraideologia".

Se para a sociedade, o remédio contra a censura privada do PIG é cada vez mais liberdade de opinião, para esse PIG, o aumento de liberdade é um veneno para quem se alimenta da manipulação da informação.

Um comentário:

Anônimo disse...

O Governo Serra é "incrível":

Livro de inglês distribuído pelo governo de São Paulo sugere site pornô para alunos.

Um dos livros de inglês distribuídos pela Secretaria de Estado da Educação de São Paulo a alunos do ensino médio sugeria um link de um site pornográfico para que os alunos “ampliassem” seus conhecimentos da língua.

O endereço www.newsonline.com, quando digitado, leva a uma página na qual apresentadoras de telejornais tiram a roupa enquanto apresentam as notícias. Ele não é registrado no Brasil. Segundo a secretaria, na época em que o site foi relacionado no livro, levava para endereços de jornais e revistas do exterior. A assessoria de imprensa do órgão diz não saber o que pode ter acontecido.


Endereço recomendado em livro leva a site pornô

O governo afirma que o material, que faz parte da série “Cadernos do Aluno”, foi utilizado no semestre passado. Os livros da série, no entanto, são consumíveis –não são reaproveitáveis, já que os estudantes fazem exercícios escritos nele. Por isso, ao final de cada bimestre, os alunos levam as obras para casa.

A coordenadora de estudos e normas pedagógicas da secretaria, Valéria de Souza, afirmou ao UOL Educação que o órgão descobriu o problema há pouco menos de uma semana. Segundo ela, a secretaria fez na sua página na internet uma "substitução" dos links e chegou a fazer uma consulta ao Ministério Público Federal sobre como resolver a questão do link. Valéria disse que os professores foram reorientados.

De acordo com a coordenadora, 645 mil alunos usaram os livros e, no bimestre da utilização, o conteúdo era adequado. No entanto, não há previsão para que as obras já distribuídas sejam recolhidas.

Dois Paraguais
Este não é o primeiro problema da série "Cadernos do Aluno". Em março do ano passado, livros de geografia para estudantes do ensino fundamental mostravam um mapa da América do Sul com dois Paraguais, invertiam a localização do Uruguai e do Paraguai e omitiam o Equador.

O erro repercutiu na imprensa internacional e os cerca de 500 mil livros foram recolhidos pelo governo estadual.