terça-feira, 28 de setembro de 2010

Poemas de lama!

A morte não é nada
Se comparada com a certeza
De que ela existe
E ela espera
Sem pressa
Sem tempo
Sem aviso
A solução
Da equação simples
A morte zera o resultado
Fator de sinal invertido
Com o acaso de ter nascido

Enquanto vives
Não se iluda
Amor não existe
Ninguém é feliz
Tudo não passa
Como diz aquele roteiro
"de uma falha da Matrix"
E como dois não são cinco
Não há nada antes
Nem depois.
Só o absoluto zero.

damata.

aos 40 anos mais três dias.

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