terça-feira, 28 de setembro de 2010

Os fatos, a torcida, os fatos torcidos e o contorcionismo 2!

Esse título já serviu a outro texto publlicado nesse blog. E servirá a milhões de outros mais, na medida que o PIG nacional e local continuam a se comportar com sempre.

Hoje, a novo "raid", quase que em uníssono, revelando uma "singela simbiose" de pautas, é o "resultado" do "datafalha", instituto de "futurologia" da famiglia da folha.
A folha de SP, que fique claro, mas que de certa forma, representa os barões da mídia ao redor do país, e sua mania de imaginar que só existe uma realidade: a que lhes favorece!

Quem se der ao trabalho, e não é muito trabalho, com a fartura de dados disponíveis, e comparar o "comportamento" dos números das pesquisa das intenções de voto observará no "insituto de futurologia datafalha" um movimento apelidado de "boca de jacaré".

A curva estatística do "datafalha" começou bem distante dos números do Vox Populi, do Sensus e até do seu "irmão em armas", o Ibope. Enquanto esses últimos apontavam a subida e a virada de Dilma, o "datafalha" estancou e optou por mostrar esse movimento de "forma lenta e gradual".

Quando se tornou inevitável, e a manobra não surtiu o efeito desejado: forjar a realidade pela qual torciam, renderam-se aos fatos, e aproximaram sua "curva" dos demais, a fim de tentar, no desespero, resgatar o resto de credibilidade que ainda imaginavam ter.
Lembraram que instituto de pesquisa deve resistir a tentação de "moldar" a realidade, por mais que seus patrões assim desejem, caso contrário, tornam-se ferramentas inúteis, e a própria recusa do instituto em "enxergar" os números já ameaçava a estratégia de campanha do candidato tucano, ao qual aderiram a folha de SP e todo o PIG nacional.

Agora, perto do fim, o "datafalha" retrocede e cede aos apelos do PIG e dos seus compromissos ideológicos.
Une-se ao esforço de "fabricar" um segundo turno.

Perguntam alguns: São verdadeiros os números?

Pouco importa, respondo.

O que está em jogo é a capacidade do PIG em transformá-los em verdade, após torcerem fatos e a realidade.

O "datafalha" deixou de ser um instituto de pesquisa, e se tornou em instituto de propaganda.

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