domingo, 5 de setembro de 2010

Diário de viagem!

A Praia do Forte estava lotada como de costume. Se constatei que a Praia Grande, de Arraial do Cabo,estava degradada, nada se compara ao balneário cabofriense. Lotada, com cadeiras de barracas ilegais, jogo de bola ameaçando banhistas e transeutes, e toda sorte de infortúnio causado pela total ausência de fiscalização. E lixo, muito lixo, que só aumentou sua proporção pelo vendaval trazido pela frente fria que atingirá o litoral nessa noite.

Quero deixar claro: Minhas reclamações não se dirigem a presença de pessoas na praia. Não é um reclamo elitista, é antes a constatação de que com a melhora de vida, com a maior possibilidade de pessoas freqüentarem locais turísticos, é preciso um entendimento das autoridades para regulamentar o uso do espaço público. Não se trata de demofobia.
Falta de educação não é uma prerrogativa exclusiva de pobres, muito ao contrário, carros de som com volume ensurdecedor, comprados a 40 ou 50 mil reais não são acessíveis a nossa nova classe C.
Lixo também não é uma exclusividade dos pobres ou remediados, pois quanto mais poder de consumo, maior resíduo será gerado, logo...

O que imaginamos é que a presença do Estado, nesse caso, as municipalidades, possa democratizar o acesso, com harmonização do uso, a fim de que todos se divirtam com o menor nível de conflito possível.

Bom, para não dizer que só trouxe impressões ruins de Cabo Frio, é preciso dizer que a visita ao Forte de São Mateus guarda uma paisagem incomum, ambientada em um sítio histórico que criam uma atmosfera interessante ao passeio. Foi ótimo relembrar meus tempos de adolescência.

Para as mulheres, o Shopping do Biquini, na Gamboa, é uma ótima opção. Interessante notar como a vocação regional bem trabalhada traz benefícios a arrecadação e as atividades secundárias, como praças de alimentação, pousadas e outras redes de serviços, que integram um arranjo de desenvolvimento local virtuoso.

Mas como já disse: o saldo é sempre positivo!

Em breve, publico as fotos.

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