sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Companheiro Fábio Poliana!

O companheiro Fábio é um militante valoroso do PT. Desses que colocam sua disciplina política e a necessidade de preservar a partido acima de tudo, acima até da verdade!

Em um texto seu, hoje, no blog do núcleo que milita, o companheiro Fábio se apressa em colocar panos quentes na atuação da vereadora do PT, e comete alguns "lapsos de memória", que eu entendo, afinal, professor, pai atuante, sindicalista, é possível que lhe falte a exata recordação dos fatos como se deram!

Mas como meu ofício como policial é, antes de tudo, registrar e reunir fatos, aqui vai:

1. Após sairmos do Bar do Evaldo, nos encontramos novamente na avenida Alberto Lamego, no churrasquinho do Gaúcho, onde desci do carro para relatar o telefonema que recebi do Gustavo Carvalho, que estava ausente, e acabara de ler, estarrecido, a declaração da vereadora de que votaria com o prefeito-interino-clone;
2. No momento que relatei a indignação do Gustavo Carvalho, e a minha, Fábio, surpreso, me disse que até concordava com a tentativa da vereadora em fazer parte da mesa, mas se espantou com o fato de que não havia sido consultado por ela, como deveria, afinal, faz parte da Comissão Executiva;
3. Esse diálogo foi presenciado por Gustavo Lopes e Guilherme Carvalho, e concordamos que isso era grave, e foi onde o companheiro Fábio me relatou sobre a completa inanição da Executiva, que não se reunia, ou melhor, conforme ele mesmo relatou, se reunira uma vez em seis meses;

Sintomático no relato do Fábio, é que a Comissão Executiva Municipal tenha se reunido logo depois da eleição, depois de DOIS MESES, para apenas anuir e referendar a "política do fato consumado"!

Uma vergonha!

Agora eu pergunto de novo:

Queriam a maioria do partido, e o que fizeram?
Queriam o mandato, e o que fizeram?
Queriam um carguinho na mesa diretora, o que farão com ele?

O primor de malabarismo do companheiro Fábio, o complacente, é querer nos dizer que a vereadora "articulou" uma estratégia que ao fim das contas "dividiu a base governista". Quanta tolice, ou quanta ingenuidade!
O máximo que aconteceu foi um "deslocamento" de eixo do garotismo, agora renovado com a adesão da oposição e fortalecido pelos garopetistas!

O máximo que conseguiram foi isolar o vereador magal!

Tentar nos convencer de que a unanimidade conferida ao prefeito-clone e a atuação parlamentar não se confundem é querer nos "dar diploma de otários"!
Que isso, professor?

Se há um racha na base, como todos os vereadores da lapa votaram com o prefeito-clone?

O "racha" se deu onde estava "combinado", caro professor, tudo ensaiadinho, e o voto da vereadora apenas serviu para legitimar toda essa farsa!

Vai ver que meu "delírio" não estava tão errado, e a vereadora já ensaia posar de líder da bancada governista na Casa, será?

Um comentário:

Anônimo disse...

É o partido ba boquinha...