terça-feira, 27 de julho de 2010

Uiiiii, que mêêêêda!

Quem poderá nos salvar agora? Parece que o médico-escudeiro-ex-quase-futuro-vereador está prestes a perder a paciência!

Embora não apresente nenhum argumento consistente, ou novo, ele insiste na cantilena de que a vaga é dele. Vamos aos fatos:

1. O fato de ter existido um erro no passado, com a posse de Geraldo Venâncio, não justifica que o erro se torne "precedente"(nas palavaras do quase-edil);

2. Pareceres são peças consultivas, e nem o presidente da Câmara, ou nenhuma outra autoridade de onde quer que seja está obrigado, administrativa ou legalmente a eles, desde que haja uma dúvida significativa e fundamentada, e pelo que parece, foi isso que o vereador Rogério Matoso apresentou.

3. Questionar os propósitos do vereador-presidente da Câmara é desconhecer ou tentar fazer crer que a questão é só jurídica, e não política. Não, senhor, edson, não é. A motivaçãodo presidente-vereador é simples, e o senhor, como decano da política na cidade, como escudeiro de um grupo chegado a tais táticas e arranjos, deveria já saber: Impedir que seu grupo tenha mais um vereador, dentro da Lei, é claro. É o jogo. Por que alguém daria boa vida ao seu grupo político? Em nome dos seus belos olhos?

4. A questão não é mais eleitoral, e a "opinião" do Juiz da 100ª ZE vale tanto como uma nota de três reais. O foro para dirimir a lide não é de competência da Justiça Eleitoral.

5. Enfim, se há coação ilegal e evidente de um direito líquido e certo, vamos a sede do mandado de segurança, e por que não o faz? Justamente porque não estão certos disso!

2 comentários:

Anônimo disse...

Mandado de Segurança foi criado para garantir o exercício de um direito líquido e certo, nesse caso, no meu entender, simplesmente não há direito, muito menos liquidez ou certeza.

douglas da mata disse...

É verdade, meu caro(a),

nesse caso, é líquido que sua pretensão se dissolverá nas suas lágrimas, e certo que ele ira se f...er!

rs.