quinta-feira, 8 de julho de 2010

O clone e suas replicações!

Não poderá mais concorrer a vaga de deputado estadual, haja vista estar incompatibilizado pelo cargo que ocupa.
Resta o prefeito-clone torcer pelo "pior" para o grupo político que representa, ou seja, a convocação de eleições extemporâneas, e o trânsito em julgado da sentença que anulou as eleições de 2008, onde sua cunhada foi a vencedora.

No entanto, essa conta não é simples, pois se quiser ser o candidato do seu "grupo", terá que abrir mão de imprimir um "estilo próprio", uma vez que não controla o diretório municipal de seu partido-quitinete, o PR.
A estipulação de tempo de tv, caso haja propaganda eleitoral gratuita, e tudo indica que haja, também lhe desfavorece, pois os partidos da oposição tendem a dois caminhos: a pulverização para provocar um segundo turno, ou a união em primeiro turno para tornar o pleito plebiscitário: contra ou a favor dos garotinho. Quer dizer, o tempo de TV do PR será quase um soluço!

Logo, o prefeito-clone sabe que seu ajuste deve ser fino, e não conta com aliados capazes de formular uma agenda mínima para a cidade, que atraia diversos segmentos que confira legimtimidade política às suas ações, e mais, não conta com CREDIBILIDADE, em virtude dos acontecimentos recentes, que o lançaram como o maior ficcionista da História política (e criminal) dessa cidade, com a tese do clone. Outro ponto negativo foi o vazamento de que seu braço direito, o ex-presidente da Campos Luz(empresa pública municipal que já foi palco de outros escândalos)era o responsável técnico por obras e serviços que deveria fiscalizar e para os quais ordenava a contratação, ou seja: improbidade administrativa das grossas!

O legado que o prefeito-clone traz para a sua estada na administração, não nos autoriza a dizer que terá sucesso em suas empreitadas eleitorais, e muitíssimo menos na administração pública.

Talvez a única saída seria um inédito acordo com a oposição e loteamento dos cargos e do poder, para quem sabe, diminuir as articulações dos adversários.

Mas perguntamos: Quem compraria um carro usado de um clone?

O roteiro então é previsivel: o prefeito-clone tentará ser, finalmente, um dublê de si, acenando que é diferente para a oposição, e jurando fidelidade ao clã político que pertence.

Um autêntico caso de esquizofrenia política!

E ainda tem gente que acredita em pacto de governabilidade e outras baboseiras do tipo! Bom, a não ser que "acordos" outros, inconfessáveis estejam em gestação. Bem, pode ser!

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