domingo, 4 de julho de 2010

Direto ao ponto:

Esse blog não aplaude todas as atitudes da vereadora Odisséia Carvalho, mas na atual conjuntura não há nome  que reúna, como ela, os requisitos para fazer frente ao desafio de tornar essa cidade um lugar de que nos orgulhamos de viver, ao invés da vergonha que nos acomete.

Resta ela se convencer disso e começar operar as alianças necessárias, e assumir seu papel de ponta-de-lança desse movimento.

Não tenho dúvidas: Odisséia para prefeita!

5 comentários:

Anônimo disse...

Não se iluda Douglas, a coisa na planície não mudou tanto assim. A conta é muito simples: se algum candidato estiver muito forte, Garotinho colocará um caminhão de dinheiro na campanha do candidato que ele lançar. E lembre-se: é muito difícil barrar a compra de votos, além do mais, dinheiro não falta para Garotinho. Isso sem falar que o TRE não consegue fiscalizar nenhuma campanha adequadamente, a fiscalização, assim como os números das campanhas, é fictícia. Aliás, é assim até pela própria dificuldade de se flagrar profissionais delinquentes.
E mais, quem vendeu votos na eleição passada, também venderá nessa, os compradores são os mesmos, mas provavelmente aumentará muito o número de vendedores.
Eu não tenho esperanças a curto prazo.

Anônimo disse...

Votar em Odisséia para prefeito para mim e a maioria dos campistas é o mesmo que votar em Arnaldo ou Mocaiber, ou seja a mesma merda, que venha a quarta via pq até a terceira já é comprometida com corruptos.

Anônimo disse...

Douglas, a Odisseia também é filha do garotismo. Beija a mão da Folha da Manhã e foi aliada o Mocaiber e do Arnaldo. Não teria um nomezinho melhor no PT para cumprir esse papel? A relação é extensa.... Adilson Sarmet, Roberto Moraes, Luciano D'Angelo.. e outros. Me parece que ela, apesar de ser uma liderança histórica do Partido, mal acaba de entrar no ônibus... e sentar-se na janela...

douglas da mata disse...

Meus caros, em um debate democrático, como o que propomos aqui, as opiniões devem ser respeitadas.

Então, dentro dessa lógica, vamos ao debate, e antes que fique claro:
Minha opção não é pessoal, pois, hoje, nem mantenho qualqeur contato privado com a vereadora. Minha escolha é pragmática e política. É o possível de ser realizado!

1. De certa forma, todos os atores políticos dessa cidade, com mais ou menos expressão, estiveram ligados ao garotismo: desde Adilson Sarmet com o muda campos, ou Luciano na aliança de 1998, como Bené vice-governadora, e tantos outros. E isso não os torna pior. Muito ao contrário, todos nós que uma hora ou outra tentamos compor com essa forma de fazer política, podemos, pela experiência dizer: ela não serve a cidade!

2. Como exercer política é fazer alianças, e alianças não se faz com iguais, senão, não se chamariam alianças, é inteligível que esses nomes estivessem mais ou menos próximos do garotismo, de acordo com as exigências conjunturais, de cunho regional e nacional, como já dissemos.

3. A questão é, hoje, se olharmos o espectro partidário local, todos estariam credenciados a fazer uma aliança com o PT, desde o PR, PDT, até o PMDB, com exceção do PSDB e do DEM, PPS, e o PV, talvez. Mas esses partidos da oposição ao governo federal, por aqui, poderiam muito bem estar em uma frente ampla antigarotista, com nenhum ou pouco constrangimento, pois trazem nomes como Sérgio Diniz, Andral Tavares Filho, etc, que hoje se encontram no mesmo campo de expectativas para a cidade.

4. Quem quer fazer uma frente ampla não pode ceder a tentação dos exclusivismos.

5. minha opção por Odisséia está além do que o nome dela representa, ou seja: a capacidade de ter se mantido intacta, com sua biografia coerente aos seus princípios, embora eu não concorde com todas as opções políticas que fez, e já deixei bem claro isso.

6. a questão de fundo é o futuro da cidade, e o que deixei claro é que, em minha opinião, não há outro nome que reúna tais requisitos: retidão, vocação política, capacidade de dialogar e valores. Lógico que os nomes citados por você são tão bons quanto o dela, mas há um porém: eles não se apresentaram como opção, e até onde sei, não se apresentarão, porque não querem cumprir essa tarefa.

7. Odisséia já disse, em alto e bom som que quer, tem um mandato que demarcou um campo na oposição(mesmo com todos os senões que já citei).

8. Agora, é bom que nos lembremos: Odisséia não teve cargos no governos passado, mas ainda que tivesse, a aliança com mocaiber e arnaldo foi uma decisão partidária, com a qual eu não concordei, mas respeito pela democracia interna do partido ao qual ainda estou filiado.

Um abraço, e obrigado pela oportunidade do debate.

douglas da mata disse...

Meus caros, em um debate democrático, como o que propomos aqui, as opiniões devem ser respeitadas.

Então, dentro dessa lógica, vamos ao debate, e antes que fique claro:
Minha opção não é pessoal, pois, hoje, nem mantenho qualqeur contato privado com a vereadora. Minha escolha é pragmática e política. É o possível de ser realizado!

1. De certa forma, todos os atores políticos dessa cidade, com mais ou menos expressão, estiveram ligados ao garotismo: desde Adilson Sarmet com o muda campos, ou Luciano na aliança de 1998, como Bené vice-governadora, e tantos outros. E isso não os torna pior. Muito ao contrário, todos nós que uma hora ou outra tentamos compor com essa forma de fazer política, podemos, pela experiência dizer: ela não serve a cidade!

2. Como exercer política é fazer alianças, e alianças não se faz com iguais, senão, não se chamariam alianças, é inteligível que esses nomes estivessem mais ou menos próximos do garotismo, de acordo com as exigências conjunturais, de cunho regional e nacional, como já dissemos.

3. A questão é, hoje, se olharmos o espectro partidário local, todos estariam credenciados a fazer uma aliança com o PT, desde o PR, PDT, até o PMDB, com exceção do PSDB e do DEM, PPS, e o PV, talvez. Mas esses partidos da oposição ao governo federal, por aqui, poderiam muito bem estar em uma frente ampla antigarotista, com nenhum ou pouco constrangimento, pois trazem nomes como Sérgio Diniz, Andral Tavares Filho, etc, que hoje se encontram no mesmo campo de expectativas para a cidade.

4. Quem quer fazer uma frente ampla não pode ceder a tentação dos exclusivismos.

5. minha opção por Odisséia está além do que o nome dela representa, ou seja: a capacidade de ter se mantido intacta, com sua biografia coerente aos seus princípios, embora eu não concorde com todas as opções políticas que fez, e já deixei bem claro isso.

6. a questão de fundo é o futuro da cidade, e o que deixei claro é que, em minha opinião, não há outro nome que reúna tais requisitos: retidão, vocação política, capacidade de dialogar e valores. Lógico que os nomes citados por você são tão bons quanto o dela, mas há um porém: eles não se apresentaram como opção, e até onde sei, não se apresentarão, porque não querem cumprir essa tarefa.

7. Odisséia já disse, em alto e bom som que quer, tem um mandato que demarcou um campo na oposição(mesmo com todos os senões que já citei).

8. Agora, é bom que nos lembremos: Odisséia não teve cargos no governos passado, mas ainda que tivesse, a aliança com mocaiber e arnaldo foi uma decisão partidária, com a qual eu não concordei, mas respeito pela democracia interna do partido ao qual ainda estou filiado.

Um abraço, e obrigado pela oportunidade do debate.